O leite de vaca que, ultimamente, parece um pouco fora de moda, com as alternativas, menos ricas, de soja e de amêndoa vê agora o seu valor, mais uma vez confirmado. Um estudo recente da universidade de Surrey descobriu que a maioria das alternativas ao leite não contêm os níveis de iodo adequados, com concentrações de apenas 2% do que encontramos no leite de vaca e já com reforço acrescentado. O iodo é necessário para as hormonas da tiroide que nos regulam o metabolismo e são essenciais para o desenvolvimento do cérebro. Num estudo realizado no Reino Unido, verificou-se que as adolescentes e as grávidas têm níveis muitos baixos de iodo o que coíncide com o facto de consumirem menos leite. Alguns países acrescentam iodo ao sal e a planta marinha kelp também é bastante rica em iodo. O problema reside no facto de muito iodo ser prejudicial ao organismo. Por isso, é necessário saber a quantidade de iodo a consumir. Nos adultos o seu consumo deve rondar os 150 microgramas por dia e nas grávidas ou mulheres que estejam a amamentar, deve rondar os 200 microgramas por dia. Uma porção de peixe branco e dois copos de leite de 400ml ou então dois iogurtes por dia combrem esta necessidade diária.