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	<title>AJAMCJA &#187; Notícias</title>
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	<description>Associação de Jovens Agricultores Micaelenses</description>
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		<title>Açores reforçam formação para produtores agrícolas em 2022</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2022 16:32:46 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[“Para além dos cursos tradicionais, no âmbito da bovinicultura de leite, de carne, da vinha, vamos incentivar a produção de novas culturas. Já está identificada a produção de cogumelos. O público tem procurado cursos nesta área”, afirmou, em declarações à Lusa, o titular da pasta da Agricultura nos Açores, António Ventura. Segundo o secretário regional [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“Para além dos cursos tradicionais, no âmbito da bovinicultura de leite, de carne, da vinha, vamos incentivar a produção de novas culturas. Já está identificada a produção de cogumelos. O público tem procurado cursos nesta área”, afirmou, em declarações à Lusa, o titular da pasta da Agricultura nos Açores, António Ventura.</p>
<p>Segundo o secretário regional da Agricultura, em 2021, a tutela disponibilizou 70 cursos de formação, em 2.481 horas, que envolveram 781 formandos e representaram um investimento de cerca de 94 mil euros.</p>
<p>Foram ainda “ministrados 36 cursos, que envolveram mais de 1.000 participantes”, em todas as ilhas do arquipélago, no Fórum BioAzores, “para sensibilizar e formar as pessoas para uma produção mais natural, de onde se inclui a produção biológica”.</p>
<p>Este ano, o executivo açoriano prevê aumentar o número de cursos de formação para 107 e as horas ministradas para 3.502, estimando a participação de 1.608 formandos, num investimento de 172,3 mil euros, sem contar com o Fórum BioAzores, que deverá ter continuidade em 2022.</p>
<p>Em 2021, mais de metade dos cursos (56%) foram de aplicação de produtores fitofarmacêuticos, cursos obrigatórios para a renovação da autorização de aplicação desses produtos, mas este ano o executivo pretende diversificar a oferta formativa.</p>
<p>“Temos um plano ambicioso, de nova geração, de dianteira naquilo que deve ser a formação não só obrigatória, mas de perspetiva, em termos de caminho a seguir”, frisou o titular da pasta da Agricultura.</p>
<p>Segundo António Ventura, haverá “cursos direcionados para novos métodos de produção e novas produções, novas culturas, direcionadas ao combate das alterações climáticas, culturas que não consomem tanta água, ajustadas ao clima”.</p>
<p>“Há uma nova preocupação no âmbito da sustentabilidade, que tem a ver com as alterações climáticas, de cursos que vão ser administrados em 2022”, afirmou.</p>
<p>Uma das áreas em que o executivo quer apostar é na fruticultura, em que a região tem “muito potencial”, mas ainda importa “muitos alimentos”.</p>
<p>“Temos de fazer uma aposta forte na fruticultura nos Açores para sermos uma região produtora de fruta. Já fomos no passado, deixamos de o ser e queremos voltar novamente a ser, com todos os benefícios, ambientais, de saúde humana e económicos que essa produção de fruta traz”, sublinhou o secretário regional.</p>
<p>Questionado sobre a abertura dos produtores para diversificar as suas culturas, António Ventura disse que o consumo é que dita a iniciativa dos agricultores.</p>
<p>“Os agricultores estão sempre com vontade de arriscar, desde que o mercado possa dar o ‘feedback’ dessa vontade”, apontou, lembrando que o executivo lançou recentemente um “inquérito ao consumo de produtos biológicos”.</p>
<p>Para além dos cursos de aplicação de produtores fitofarmacêuticos, foram ministrados nos Açores em 2021 cursos de formação base para jovens agricultores, de combate a roedores, de diversificação agrícola, de apicultura, de inseminação artificial, de ordenha e qualidade e de poda de vinhas.</p>
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		<title>Índice de Preços de Alimentos da FAO atinge novo recorde</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2022 12:13:26 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a FAO, os preços de todos os principais cereais aumentaram em relação aos respetivos valores do mês passado. O Índice de Preços de Alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) alcançou média de 140,7 pontos em fevereiro de 2022, alta de 5,3 pontos (3,9%) ante janeiro e 20,7 pontos (24,1%) [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a FAO, os preços de todos os principais cereais aumentaram em relação aos respetivos valores do mês passado.<br />
O Índice de Preços de Alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) alcançou média de 140,7 pontos em fevereiro de 2022, alta de 5,3 pontos (3,9%) ante janeiro e 20,7 pontos (24,1%) acima do nível do ano anterior.<br />
O resultado mensal, segundo a FAO, representa um novo recorde histórico, superando a máxima de fevereiro de 2011 em 3,1 pontos.<br />
A alta foi liderada pelos aumentos dos subíndices de preços de óleos vegetais e laticínios.<br />
Os preços dos cereais e da carne também subiram, enquanto o subíndice de preços do açúcar caiu pelo terceiro mês consecutivo.<br />
O subíndice de preços dos cereais registrou média de 144,8 pontos em fevereiro, um aumento de 4,2 pontos (3,0%) em relação a janeiro e 18,7 pontos (14,8%) ante o ano anterior.<br />
Segundo a organização, os preços de todos os principais cereais aumentaram em relação aos respetivos valores do mês passado.<br />
“Os preços mundiais do trigo aumentaram 2,1%, refletindo em grande parte as novas incertezas da oferta global em meio a interrupções na região do Mar Negro que podem prejudicar as exportações da Ucrânia e da Rússia, dois grandes exportadores do cereal”, destacou a FAO.<br />
Os preços globais do milho aumentaram 5,1% em relação ao mês anterior, sustentados por uma combinação de preocupações contínuas com as condições das safras na Argentina e no Brasil, aumento dos preços do trigo e incerteza quanto às exportações de milho da Ucrânia, um grande exportador.<br />
Os preços de exportação do sorgo e da cevada também se firmaram na comparação mensal, ganhando 5,9 e 2,7%, respetivamente.</p>
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		<title>Lavoura de São Miguel admite manifestar-se se preço do leite não subir até final do ano</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2021 10:44:09 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O líder da lavoura da ilha de São Miguel, afirmou que vai aguardar “até final do ano” para ver se a indústria aumenta o preço do leite à produção, não pondo de parte uma manifestação. “A questão da manifestação está sempre em cima da mesa quando os produtores assim o bem entenderem mas, atendendo à [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O líder da lavoura da ilha de São Miguel, afirmou que vai aguardar “até final do ano” para ver se a indústria aumenta o preço do leite à produção, não pondo de parte uma manifestação.<br />
“A questão da manifestação está sempre em cima da mesa quando os produtores assim o bem entenderem mas, atendendo à expetativa que temos de que as indústrias, até final do ano, possam anunciar mais uma subida do preço do leite, vamos aguardar para ver. Mas não pomos de parte qualquer tipo de manifestação se a lavoura assim entender e quiser”, disse Jorge Rita.</p>
<p>O presidente da Associação Agricola de São Miguel e líder da Federação Agricola dos Açores, falava aos jornalistas, na Ribeira Grande, na ilha de São Miguel, antes de um encontro com a ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, que se encontra de visita aos Açores.</p>
<p>Jorge Rita ressalvou que “não é por ser um grupo de lavradores que quer fazer uma manifestação, na [ilha] Terceira”, que se vai avançar”, pretendendo “esgotar as hipóteses” mas admitindo que o rendimento dos produtores “é dramático”.</p>
<p>Os produtores de leite e de carne da ilha Terceira vão fazer uma marcha lenta, com tratores e carrinhas, em Angra do Heroísmo, na sexta-feira, em protesto pelo preço pago pela indústria.</p>
<p>“A manifestação é para mostrar a indignação dos produtores e para perceberem que não é só o presidente da associação que manifesta o descontentamento. Há um descontentamento geral, quer dos produtores de leite, quer dos produtores de carne da ilha Terceira”, adiantou, em declarações à Lusa, o presidente da Associação Agrícola da Ilha Terceira (AAIT), José António Azevedo.</p>
<p>Num quadro de aumentos do preço do leite na Terceira e São Miguel que “envergonha a todos”, o líder dos lavradores de São Miguel destacou que, “a nível nacional, houve um aumento de um 1,5 cêntimos [por litro] e não houve descidas no ano passado”.</p>
<p>Nos Açores, a quebra foi de 1,5 cêntimos por parte da maior parte das indústrias, disse.</p>
<p>Para além da queda do preço do leite, assiste-se a um “aumento anormal dos custos de produção”, segundo Jorge Rita.</p>
<p>O responsável admite excedentes em algumas áreas de transformação e produção que devem ser anulados, mas destacou que o país é deficitário em queijo, devendo-se aumentar a sua produção.</p>
<p>Questionada sobre a insatisfação da lavoura face ao valor do preço do leite, a ministra da Agricultura referiu que “quem regula o preço do leite é o mercado, que tem que ser regulado”.</p>
<p>Por isso, disse, foi criada a PARCA &#8211; Plataforma de Acompanhamento das Relações na Cadeia Agroalimentar, visando promover “entendimento desde a produção até à prateleira, ao retalho, para poder ter no consumidor um preço que seja justo na produção e em toda a cadeia”.</p>
<p>O secretário regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural, António Ventura referiu que vai ser revista da filosofia dos apoios ao sector, “passando do apoio numérico ao de conteúdo, principalmente nutricional”.</p>
<p>“Aquilo que era a função do POSEI [programa de opções específicas para fazer face ao afastamento e à insularidade da regiões ultraperiféricas como os Açores e Madeira], e o Prorural, em termos quantitativos de agroalimentos, já cessou, teve a sua função. Vamos para um novo patamar em que a quantidade pode prejudicar os preços desses agroalimentos, que têm que ter maior naturalidade”, declarou António Ventura.</p>
<p>O governante salvaguardou que a nova filosofia de apoios vai ser revista com a Associação Agrícola de São Miguel, uma vez que “continuar a apoiar mais uma vaca ou um quilo de carne não é viável”.  </p>
<p>Fonte: Açoriano Oriental </p>
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		<title>Eleições na AJAMCJA</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2021 10:06:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Hoje, dia 29 de outubro de 2021, a AJAMCJA vai a eleições. Estão validadas 3 listas. A votação será na sede, das 19 às 22h.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, dia 29 de outubro de 2021, a AJAMCJA vai a eleições. Estão validadas 3 listas. A votação será na sede, das 19 às 22h.  </p>
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		<title>Governo dos Açores adquire solução digital inovadora para laboratórios do SERCLA</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2021 10:10:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De acordo com o Secretário Regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural, este é um “investimento que permitirá melhorar a eficiência dos laboratórios de classificação de Leite nos Açores”. António Ventura adianta que “a este investimento qualitativo vão seguir-se outros que estão a ser identificados e programados de modo a tornar estes laboratórios ajustados às exigências [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com o Secretário Regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural, este é um “investimento que permitirá melhorar a eficiência dos laboratórios de classificação de Leite nos Açores”.<br />
António Ventura adianta que “a este investimento qualitativo vão seguir-se outros que estão a ser identificados e programados de modo a tornar estes laboratórios ajustados às exigências dos novos tempos e responder à demanda da produção e das indústrias”.<br />
“Somos uma Região de referência na produção de leite e queremos ser uma região líder na qualidade nutricional da produção de leite”, diz ainda.<br />
O SERCLA desempenha um papel de primordial importância na determinação laboratorial da qualidade do leite produzido em todas as ilhas da Região e sua consequente classificação, que serve de base à fixação do preço pago aos produtores pelas diferentes indústrias dos Açores<br />
A confiança que ambas as partes, produtores e industriais, depositam no SERCLA, resulta, não só da neutralidade e da imparcialidade instituídas no seu desempenho, mas também do recente reconhecimento internacional que os laboratórios obtiveram através da sua acreditação pela norma ISO 17025:2017. Todos estes fatores contribuem de forma decisiva para a reconhecida qualidade do leite dos Açores.<br />
O Sistema InnovWay- Quality Management é uma solução digital inovadora, amplamente utilizada internacionalmente em laboratórios, tendo a capacidade de agregar todo o sistema desenvolvido e implementado nos laboratórios do SERCLA, integrando os processos de gestão do pessoal, gestão dos equipamentos, gestão de produtos e serviços de fornecedores externos e gestão do trabalho não conforme, na ótica da Norma ISO 17025.<br />
Esta ferramenta tem o foco em sete distintas áreas, designadamente, o cliente, a liderança, o envolvimento das pessoas, a abordagem do processo, a tomada de decisão baseada em evidencias, a gestão de relacionamentos dos stakeholders e a melhoria continua, todo eles fundamentais para a gestão global da informação.</p>
<p>Permite-se assim padronizar e monitorizar todas as áreas da organização de forma simples e intuitiva, garantindo uma eficaz gestão dos seus processos e trazendo inúmeros benefícios para o SERCLA e para a fileira do leite.</p>
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		<title>“Fórum Açores Bio 21” com novas iniciativas em outubro</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2021 10:03:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Secretaria Regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural promove, durante o mês de outubro, novas iniciativas em várias ilhas no âmbito do programa “Açores Bio 21 – Primeiro Fórum de Agropecuária Biológica dos Açores”. Estas ações de sensibilização e de formação, que contam com a organização conjunta do Governo Regional e dos parceiros que representam [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria Regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural promove, durante o mês de outubro, novas iniciativas em várias ilhas no âmbito do programa “Açores Bio 21 – Primeiro Fórum de Agropecuária Biológica dos Açores”.</p>
<p>Estas ações de sensibilização e de formação, que contam com a organização conjunta do Governo Regional e dos parceiros que representam a produção biológica na Região, a Trybio, BioAzórica e a Federação Agrícola dos Açores, pretendem, diz o Secretário Regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural, “preparar o futuro dos Açores na existência de agroalimentos mais naturais, indo ao encontro das preocupações da humanidade”.</p>
<p>No entender de António Ventura, “os Açores têm um espaço geográfico que, conjuntamente, com as práticas agrícolas estão na dianteira dos novos desafios alimentares e ambientais para a sustentabilidade do planeta”.</p>
<p>Para o governante, “estas iniciativas visam assegurar uma nova oferta de agroalimentos de âmbito natural, para o mercado interno e para exportação, possibilitando a conquistando novos mercados”.</p>
<p>Assim, a primeira ação vai ter lugar a 9 de outubro pelas 20h00, com a realização de um seminário na ilha das Flores, dedicado ao tema “Multifuncionalidades da Agricultura Biológica”, em que são oradores, Raquel Vargas da Biokairós, Alfredo Sendim da Herdade do Freixo do Meio, César Medeiros, a representar “As Nossas Quintas” e Julien Floro, da Myrica Faial Permaculture.<br />
Na ilha Terceira, entre os dias 11 e 16 de outubro, vai decorrer mais um workshop de “Iniciação à Horticultura Biológica”, a cargo de Avelino Ormonde.<br />
A 12 de outubro, o “AçoresBio21” chega a São Jorge, com a realização de um workshop intitulado “Agroflorestas”, apresentado por Alfredo Sendim.<br />
O programa estende-se pela ilha de São Miguel, no 16 de outubro, com o seminário sobre “Agricultura de Precisão”, que se vai realizar na Associação Agrícola de São Miguel, pelas 20h00, e em que são oradores Ricardo Braga, do Instituto Superior de Agronomia, João Serrano, da Universidade de Évora, e Sónia Nicolau, da Terraconsultores.<br />
O final do mês de outubro será dedicado à Apicultura Biológica, e para tal a ilha do Faial recebe no dia 23, pelas 14h00, o seminário sob o tema “Apicultura Biológica – principais desafios no controlo da Varroa”.<br />
Já as ilhas do Faial e do Pico vão acolher, nos dias 24 e 25 de outubro, respetivamente, dois ‘workshops’ subordinados ao tema “Boas práticas no controlo da Varrose”.<br />
O mês termina com mais uma edição do “Showcooking Experimenta, É bio!”, desta feita a ter lugar na ilha da Graciosa, no dia 30 de outubro, pelas 11h00.<br />
Aos interessados, em participar nestes eventos, as inscrições são feitas no endereço eletrónico: forumbio@azores.gov.pt, pelo contato telefónico: 292208800 ou através do site https://forumbio.azores.gov.pt/.<br />
Os seminários podem, também, ser acompanhados online, através dos seguintes canais: o Facebook da Fórum Bio Açores, a NOS Açores canal 187 (Faial, Terceira e São Miguel), a MEO (nacional) Kanal 124432 e o Forumbioazores no YouTube.</p>
<p>Para informações adicionais, os interessados podem consultar o site e as redes sociais do AçoresBio21.</p>
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		<title>Produtores de leite manifestam-se contra &#8220;preços insustentáveis&#8221; pagos ao setor</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 09:51:34 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Centenas de produtores de leite denunciam &#8220;preços insustentáveis&#8221; pela sua atividade, onde os custos de produção estão a aumentar e assim afirmam não conseguir produzir aos preços praticados. Algumas centenas de produtores de leite reuniram-se esta quarta-feira, em Ribeirão, distrito de Braga, para denunciarem os “preços insustentáveis” que o setor está a receber pela sua [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Centenas de produtores de leite denunciam &#8220;preços insustentáveis&#8221; pela sua atividade, onde os custos de produção estão a aumentar e assim afirmam não conseguir produzir aos preços praticados.<br />
Algumas centenas de produtores de leite reuniram-se esta quarta-feira, em Ribeirão, distrito de Braga, para denunciarem os “preços insustentáveis” que o setor está a receber pela sua atividade, reivindicando uma subida da remuneração para cobrir os custos de produção.A iniciativa, que juntou agricultores de todo o país, foi promovida pela Associação de Produtores de Leite de Portugal (Aprolep), e contemplou uma ronda por várias superfícies comerciais da Trofa, distrito do Porto, onde os manifestantes, nos seus tratores e trajados de negro, depositaram caixas a simbolizarem caixões fúnebres, como alerta para a “morte do setor“.</p>
<p>“Desde o final do ano passado que a atividade de produção de leite se está a tornar insustentável. Estamos com margens negativas e não conseguimos produzir aos preços que nos estão a ser pagos”, começou por explicar Jorge Oliveira, presidente da Aprolep.</p>
<p>O dirigente lembrou que a média nacional paga aos agricultores por litro de leite ronda os 30 cêntimos, mas que, para as explorações serem sustentáveis, os produtores precisavam de receber, pelo menos, entre 35 a 36 cêntimos, apelando a um aumento do preço vendido na distribuição.<br />
Nos hipermercados há pacotes de leite a serem vendidos a 43 cêntimos. É algo insustentável. Apelamos que parem com as guerras comerciais e com as promoções porque isto vai destruir a promoção nacional. Se o litro de leite fosse vendido no mínimo a 50 cêntimos já era possível passar mais algum valor para nós”, acrescentou Jorge Oliveira.</p>
<p>A piorar a situação dos produtores está o aumento dos custos de produção, nomeadamente os valores das rações dos animais, que desde o início deste ano subiram cerca de 30%, lapidando as margens dos agricultores.</p>
<p>“Desde o último ano que uma exploração média paga mais dois mil euros por mês pelas rações dos animais, o que torna o negócio insustentável. Quando os mais velhos deixam a atividade, os mais novos não querem continuar ou então estão com muitas dificuldades e, em alguns casos, endividados”, alertou Carlos Neves, produtor e também dirigente da Aprolep.</p>
<p>Essas dificuldades são sentidas por Pedro Jacinto, de 38 anos, natural de Vila do Conde, que começou a atividade muito jovem e já não pondera mudar, mas vincou que “não recomendaria que os filhos tivessem a mesma profissão sem ponderarem os riscos”.<br />
“Temos, e bem, de cumprir com todas as regras de bem-estar animal, mas essas exigências não nos são compensadas com uma atualização do preço que recebemos pelo leite produzido. É uma batalha entre as superfícies comerciais, que deviam estar do nosso lado para podermos ter uma vida melhor”, acrescentou o jovem agricultor.</p>
<p>Com a mensagem “preço justo para o leite” estampada nas camisolas negras que vestiam, os produtores presentes nesta ação de protesto e sensibilização apelaram aos consumidores para que continuem a consumir o produto nacional e estejam disponíveis para pagar mais alguns cêntimos pelo leite.</p>
<p>F. Observador </p>
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		<title>INDÍCE VL-ERVA: PRODUÇÃO DE LEITE ABAIXO DO LIMIAR DE RENTABILIDADE</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 09:39:25 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por António Moitinho Rodrigues, docente/investigador, Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco; Carlos Vouzela, docente/investigador, Faculdade de Ciências Agrárias e do Ambiente da Universidade dos Açores/IITAA; Nuno Marques, Revista Ruminantes. Analisamos, neste número da Ruminantes os Índices VL e VL – ERVA, para o período de novembro de 2020 a janeiro de 2021. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por António Moitinho Rodrigues, docente/investigador, Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco; Carlos Vouzela, docente/investigador, Faculdade de Ciências Agrárias e do Ambiente da Universidade dos Açores/IITAA; Nuno Marques, Revista Ruminantes.<br />
Analisamos, neste número da Ruminantes os Índices VL e VL – ERVA, para o período de novembro de 2020 a janeiro de 2021. De acordo com os dados do SIMA-GPP (2021), o preço do leite pago aos produtores do continente manteve-se constante nos três meses em análise (0,315 €/kg). Pelo contrário, na Região Autónoma dos Açores o preço médio do leite pago aos produtores individuais variou entre 0,288 €/kg, em novembro de 2020, e 0,282 €/kg, em janeiro de 2021.</p>
<p>Ao analisarmos os dados disponibilizados pelo MMO (2021), o preço médio do leite pago ao produtor no período de novembro de 2020 e janeiro de 2021 foi, mais uma vez, muito inferior em Portugal (0,3049 €/kg) quando comparado com a média da UE27 (0,3500 €/kg), o que representa uma impressionante diferença de -4,52 cêntimos/kg.</p>
<p>Comparando com a vizinha Espanha, o preço pago aos produtores portugueses foi inferior em -2,49 €/kg de leite. Em janeiro de 2021, Portugal foi um dos 3 países da UE onde o kg de leite foi pago ao preço mais baixo. Só na Estónia (0,2970 €/kg) e na Letónia (0,2953 €/kg) o preço do leite pago aos produtores foi inferior. Mais uma vez, consideramos inaceitável que Portugal continue a ser, desde há vários anos, um dos parentes pobres da UE27 com preços mais baixos pagos ao produtor de leite.</p>
<p>Como temos vindo a dizer, desde há vários meses, é necessário tomar medidas claras para inverter esta tendência. Corremos a passos largos para uma situação limite em que o leite voltará a ser mais um dos produtos agrícolas que dependerá das importações para satisfazer o consumo nacional per capita, por os produtores não serem capazes de fazer frente aos custos de produção, o que os poderá levar a abandonar este setor produtivo.</p>
<p>Relativamente ao trimestre anterior, o preço médio das principais matérias-primas que entraram na formulação dos alimentos compostos utilizados neste trabalho sofreram um acentuado aumento que variou entre +22,5% no bagaço de soja e +8,6% no bagaço de girassol.</p>
<p>A evolução do preço das matérias-primas provocou um aumento de 12,6% no preço do alimento composto e de 7,9% no custo da alimentação da vaca leiteira tipo do continente. Na Região Autónoma dos Açores, o regime alimentar do trimestre em análise incluiu menor consumo de pastagem e maior consumo de alimento composto e de alimentos conservados.</p>
<p>Este regime alimentar, aliado ao aumento do preço das matérias-primas que entram na formulação do concentrado provocou um aumentou de 19,4% nos custos com a alimentação da vaca tipo. A tendência decrescente do preço do leite e crescente dos custos com a alimentação refletiu-se nos Índices VL e VL – ERVA que em janeiro de 2021 foram, respetivamente, de 1,529 e de 1,509. De referir que em janeiro de 2020, o Índice VL havia sido de 1,735 e o Índice VL – ERVA de 1,784. Um índice igual ou inferior a 1,5 (valor muito baixo) indica forte ameaça para a rentabilidade da exploração leiteira; um índice entre 1,5 e 2,0 (valor moderado) indica que a produção de leite é um negócio viável; um índice maior do que 2,0 (valor elevado) indica que estamos perante uma situação muito favorável para o sucesso económico da exploração (Schröer-Merker et al., 2012).</p>
<p>Durante o trimestre em análise, o Índice VL atingiu o valor mínimo de 1,529 em janeiro de 2021 tal como o Índice VL-ERVA que, no mesmo mês, atingiu o valor mínimo de 1,509. Estes resultados permitem afirmar que em janeiro de 2021, tanto os produtores de leite do continente como os da Região Autónoma dos Açores, se encontravam numa situação muito difícil, continuando a trabalhar no limiar da rentabilidade da exploração.</p>
<p>De realçar que o Índice VL-ERVA reflete a realidade da produção de leite muito mais interessante na ilha de S. Miguel onde é produzido cerca de 60% do total de leite dos Açores. Nas outras ilhas do Arquipélago, a conjuntura é bastante mais desfavorável. NOTAS • o preço do leite pago aos produtores do continente em janeiro de 2021 foi superior em 0,1 cêntimos/kg relativamente ao preço pago em janeiro de 2020.</p>
<p>Nos Açores, o valor pago por kg de leite em janeiro de 2021 foi bastante mais baixo (-1,5 cêntimos/kg) do que o valor pago em janeiro de 2020; • registaram-se aumentos acentuados dos custos de alimentação da vaca durante o trimestre em análise, no continente +7,9% e nos Açores +19,4%; • as duas considerações anteriores refletem-se nos Índices VL e VL – ERVA que em janeiro de 2021 foram, respetivamente, de 1,529 e 1,509.</p>
<p>F. Ruminantes </p>
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		<title>Associação de Produtores de Leite alerta para a “miséria” do preço do leite á produção</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 09:31:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Associação dos Produtores de Leite (Aprolep) alertou esta semana para o risco de falências, abandono da produção e revolta dos produtores face à “miséria” do preço do leite à produção, que em março foi o mais baixo da UE. “Em março de 2021 os produtores de leite portugueses receberam, em média, apenas 29,9 cêntimos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação dos Produtores de Leite (Aprolep) alertou esta semana para o risco de falências, abandono da produção e revolta dos produtores face à “miséria” do preço do leite à produção, que em março foi o mais baixo da UE.</p>
<p>“Em março de 2021 os produtores de leite portugueses receberam, em média, apenas 29,9 cêntimos por kg [quilograma] de leite, o pior preço entre todos os países da União Europeia [UE], segundo os dados do Observatório Europeu do Leite. Cinco cêntimos abaixo da média comunitária! Um preço que estrangula os produtores portugueses e nos deve envergonhar a todos!”, sustenta a Aprolep.<br />
Esta posição consta de uma carta aberta em que a Aprolep apela aos industriais de laticínios, empresas de distribuição, ministra da Agricultura e secretário regional da Agricultura dos Açores para que apoiem o setor.</p>
<p>Recordando que, nos últimos meses, as matérias-primas para o fabrico das rações das vacas “subiram exponencialmente, sem perspetiva de descida a curto prazo”, a associação estima que, “só isso, tenha provocado um aumento no custo de produção entre dois a três cêntimos por litro de leite”.</p>
<p>“Isto é muito grave, porque a margem dos produtores era já muito reduzida ou quase nula, tal como a Aprolep alertou ao longo dos últimos anos”, sustenta.</p>
<p>De acordo com a associação, os produtores recebem “o mesmo preço há 20 anos”, tendo de suportar “o aumento do custo da energia, da mão de obra e de todos os fatores de produção”.</p>
<p>“Com o preço do leite congelado, estamos a presenciar atrasos de pagamentos, desânimo e revolta entre os nossos associados, cujas consequências não podemos antecipar”, avisa.</p>
<p>Perante a “crise que aumenta no setor leiteiro e o silêncio de governantes, industriais e empresas de distribuição”, a Aprolep questiona, na carta aberta hoje divulgada, se a ministra da Agricultura e o secretário regional da Agricultura dos Açores “estão disponíveis para trabalhar em conjunto com o setor leiteiro para ultrapassar a miséria do atual preço do leite nos Açores e em Portugal continental”.</p>
<p>A associação pergunta ainda às empresas de distribuição se “estão disponíveis para atualizar com urgência o preço do leite e produtos lácteos aos seus fornecedores”, à indústria se está disposta a “repercutir esse aumento às cooperativas e produtores” e às cooperativas, uniões de cooperativas e empresas privadas se admitem “reduzir os seus custos de administração e passar mais valor para o produtor”.</p>
<p>Manifestando o seu “interesse e disponibilidade para reunir com todos os envolvidos no sentido de encontrar soluções urgentes para a atual crise”, a Aprolep alerta para o risco de “aumentarem ainda mais as dívidas, as falências, o abandono da produção e a revolta dos produtores” de leite.</p>
<p>F. odigital</p>
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		<title>Unileite denunciou contrato de fornecimento de leite à Prolacto</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2021 12:18:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Unileite denunciou o contrato de venda de leite para a Prolacto, devido à intenção de reduzir o preço pago aos produtores. Pedro Tavares, presidente do conselho de administração da Unileite, optou por denunciar o contrato em vigor para defender os interesses dos produtores micaelenses. “Lamentavelmente, os desacordos tornaram-se frequentes com ameaças, por parte da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Unileite denunciou o contrato de venda de leite para a Prolacto, devido à intenção de reduzir o preço pago aos produtores. Pedro Tavares, presidente do conselho de administração da Unileite, optou por denunciar o contrato em vigor para defender os interesses dos produtores micaelenses.</p>
<p>“Lamentavelmente, os desacordos tornaram-se frequentes com ameaças, por parte da Prolacto, de baixas do preço do leite, assim como com tentativas de negociações com associadas da Unileite, no intuito de dividir, fragilizar e condicionar a posição da Unileite” frisou Pedro Tavares, acrescentando que estava a ser seguido um caminho de descidas consecutivas do preço do leite.</p>
<p>“Em abril de 2020 a administração da Prolacto impôs uma baixa do preço de leite, tendo na altura como argumento a retração dos mercados. Mais recentemente, apesar dos mercados industriais já registarem uma retoma, propuseram nova redução, desta vez a aplicar no 3.º e 4.º trimestre de 2021. Nesta senda de tentativas de baixar o preço à produção, foi proposta nova baixa de preço médio de aquisição, agora para 2022”, revelou.</p>
<p>A administração da Unileite, apesar de colocar milhões de litros de leite na Prolacto, recusou prosseguir com o contrato em vigor, mas está aberta para avançar com negociações de um novo acordo comercial.</p>
<p>“Mesmo que a decisão acarrete novos desafios para esta cooperativa, decidimos denunciar o contrato. Para esta decisão pesou a necessidade de assegurar os superiores interesses da lavoura micaelense. Não podemos estar sujeitos e subjugados aos interesses de investidores que estão apenas focados em multiplicar as receitas dos seus investimentos, sem qualquer solidariedade para os que atravessam momentos de maior fragilidade, como é o caso dos produtores e das suas famílias”, indicou, acrescentando que está aberto a uma nova ronda negocial para definir um preço justo do preço do leite vendido à Prolacto.</p>
<p>Pedro Tavares reconhece ser urgente proceder a uma subida do preço do leite aos produtores. “Estamos a trabalhar para aumentar o preço do leite ao produtor. Ainda não reunimos essas condições, mas é impossível aceitar uma descida do preço. Não podemos penalizar mais os produtores”, vincou.</p>
<p>F. Açoriano Oriental </p>
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